Governo inclui 82 empregadores na lista suja do trabalho escravo
553 trabalhadores foram resgatados nesses casos. Pecuária, trabalho doméstico e carvão lideram.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) incluiu 82 empregadores no cadastro conhecido como lista suja do trabalho escravo. São 54 pessoas físicas e 28 empresas, responsáveis por casos em que 553 trabalhadores foram libertados de condições análogas à escravidão.
O que se sabe
As atividades com mais flagrantes nesta atualização foram a criação de gado para corte (8 casos), o trabalho doméstico (7), a produção de carvão vegetal (6), a produção de café (6) e a construção de edifícios (5). Os casos estão espalhados por 21 unidades da federação. Segundo o governo, o número de inclusões caiu 51,48% em relação à atualização anterior, de abril.
Contexto
Desde 1995, mais de 70 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão no Brasil. O cadastro é público e pode ser consultado no site do MTE.
Como denunciar
Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma anônima pelo Sistema Ipê, do governo federal, ou pelo Disque 100.
Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego, via Agência Brasil e Já É Notícia
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